Enviado por: José Dinis
domingo, 16 de dezembro de 2007
Viver é... (II)
Viver é encontrar o perfeito equilíbrio entre as palavras paixão, amor, liberdade, confiança, paz e verdade.
sábado, 15 de dezembro de 2007
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Vai!
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Participa e Divulga
Lanço um desafio a todos os que passarem por aqui:

Viver é ...

Viver é ...
Envia a frase /texto para o e-mail semcensuras@gmail.com
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
O meu passeio
Na natureza e na vida não existem auto-estradas para nos levarem ao destino! As auto-estradas são construções que nos impedem de gozar o percurso! Os caminhos são todos relativamente sinuosos, em sobe e desce, com obstáculos ...com perigos e belezas que se descobrem à medida que os palmilhamos ...e às vezes o percurso é tão bom como o destino que nunca se viu de perto, só se imaginou!
... pois eu serei o que caminhei e não só onde quero chegar.
... pois eu serei o que caminhei e não só onde quero chegar.
E acabou!
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Deixei-me prender
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Verbo FELICIDADE (VIII)
Sentia-se inundado pelo frio do rio que corria, sentia-se triste com a cor cinzenta do céu, sentia-se sozinho sentado na margem...até que uma mão, ao de leve, o tocou e se pousou no seu ombro!
Além do último suspiro
domingo, 9 de dezembro de 2007
Rever
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Natal
É sentir-se embalado, é ouvir a música do coraçãoÉ sentir-se em família, é ter uma mãe, é a calma da hora do descanso
É sentir-mo-nos unidos, é ser-se mãe, é a alegria da luz na escuridão
É relembrar os que estariam aqui, com coragem e por eles celebrar
É encher os pulmões de ares de canela, oferecer pequenos-nadas
É amar, é amar ... é amar!
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Saudade de tí
Desafio
Abraçando um desafio aceite pela Cris, resolvi escrever acerca desta imagem e do que ela me faz sentir/pensar:
Com as minhas mãos abraço a vida.
Com as minhas mãos travo batalhas, rasgo oceanos,
Com as minhas mãos mostro o meu amor em carinhos,
E se agora elas estão enrugadas só me sinto agradecida,
De ter tido tempo de amar quem amo, de ficar marcada,
Pois à medida que elas envelheciam o meu coração renascia!
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Verbo FELICIDADE (VI)
Ao abrir a janela entrou-lhe a liberdade, em bandos de luz, pela alma adentro!
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Põe aí uma música

Apetece-me dançar e devagar deixar-me contagiar
Pelo ritmo emprestado da música que se anima
Sorrir, libertar-me, suspirar
Mexer-me, acompanhar os dias que passam
O sol que nasce e se põe todos os dias
À espera que aproveitem mais uma oportunidade que lhes dá
De refazer, de rir, de respirar a pulmões cheios
Apetece-me dançar e embalada pela sensação
Convidar todos os que me rodeiam para uns passos
Dançarmos todos num ritmo alegre e forte
Numa expressão corporal de felicidade, interior
Humildemente

Quero cantar a luz, escrever a vida,
Fazer um hino à esperança
E o texto vai saíndo com esse intuíto
Mas no fim em vez de palavras alegres
Percebe-se um desalento invasor
Em vez de força percebe-se dor
...
É impossível escrever diferente de mim
Apesar da vontade de mudar, ainda estou assim!
...
A mudança não consegue ser radical, tem de se instalar
E esses pequenos nadas, passo a passo, estou a dar!
Chegar ao fim...
Para quê prolongar uma vida que tem término a curto prazo à custa do sofrimento dessa pessoa? Para quê tentar dar-lhe mais uns dias de vida que serão agonizantes? Não me expliquem que eu desconfio que também talvez não tivesse coragem de optar pela desistência de uma existência apesar de má e degradante! Mas será humano quando toda a evidência nos mostra que é uma questão de horas, de dias ...tentar eterniza-las num presente deprimente e confuso? Será humano não deixar morrer naturalmente ...e viver artificialmente?Bem sei que a esperança é a última a morrer, mas não deveriamos também matar essa nossa esperança à custa da qual a pessoa, já sem lucidez para decidir, vai sofrer definhando, com falta de ar, com dores, impotente? Onde está a dignidade a que tinha direito? Onde está uma conversa franca, informada, frontal? Onde está o seu direito de morrer, simplesmente...de não assistir aos olhares impotentes que não o conseguem socorrer ... e não de prolongarem a morte num limbo de indefinição ... nem está vivo nem morto ... sofre ... apaga-se ... ressuscita ... acorda ... ilusões ... delirios ... dor ...que dia é hoje? ... quando acaba? ... parem por favor! ... deixem a morte levar-me quando for a minha hora!
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