dum amar universal, daquela forma que só pode ser... como se ama o sol, o mar, a terra, as borboletas e a papaia!
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Amar-te
dum amar universal, daquela forma que só pode ser... como se ama o sol, o mar, a terra, as borboletas e a papaia!
sábado, 18 de junho de 2011
Algumas gotas
Um néctar que nos toma o olfacto, uma cor que nos pousa sobre o olhar,
Não as conseguimos tragar porque são voláteis, mas colam-se à pele.
As palavras que se usam, se trocam, se misturam… num dançar de sons às vezes mudo… são brinquedos e são armas, são segredos e são nada, são elixires e são envenenadas… as palavras!
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Sem expectativas
experimenta a sensação da minha alma na tua,
sem pensar,
experimenta a luz que te levo nua,
sem falar,
experimenta a sintonia de uma pulsação,
sem duvidar,
experimenta o universo nas palmas da minha mão,
sem recear.
sem pensar,
experimenta a luz que te levo nua,
sem falar,
experimenta a sintonia de uma pulsação,
sem duvidar,
experimenta o universo nas palmas da minha mão,
sem recear.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Um amigo
Traz o calor de um entardecer a qualquer hora do dia

Traz uma flor colhida para ti quando só sentes deserto
Traz a calma de ondas serenas num mar que vês revolto
Traz a a fé, a esperança em duas ou três palavras
Traz as amarras que precisas para não te perderes
Traz um olhar de escuta quando falas em tí
Traz o sabor de saberes que não és indiferente
Traz o poder de tirar, se o deixares, a tua dor
Traz a transparência de estar presente sem incomodar
E traz-te também a consciência do quanto é precioso ser-se amigo

sábado, 5 de julho de 2008
Amar
Sorrir sem querer, expressarmos um suspiro,
Querer aproveitar e saber esperar,
Correr sem pressas e caminhar com vagar,
Saber as nuances do calor dos olhos,
Ouvir o silêncio pelo som dos gestos,
Fazer do vivemos o nosso deus.
Querer aproveitar e saber esperar,
Correr sem pressas e caminhar com vagar,
Saber as nuances do calor dos olhos,
Ouvir o silêncio pelo som dos gestos,
Fazer do vivemos o nosso deus.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Natal
É sentir-se embalado, é ouvir a música do coraçãoÉ sentir-se em família, é ter uma mãe, é a calma da hora do descanso
É sentir-mo-nos unidos, é ser-se mãe, é a alegria da luz na escuridão
É relembrar os que estariam aqui, com coragem e por eles celebrar
É encher os pulmões de ares de canela, oferecer pequenos-nadas
É amar, é amar ... é amar!
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