domingo, 10 de fevereiro de 2008

Instante






Apanha-me na curva do tempo,
onde o passado e o futuro se diluem.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Chacun la sienne




La réponse à la question "quel est le sens de la vie?" n'existe plus!

Il faut que chacun trouve la sienne...

Anda

Dá-me a tua mão que levo-te pelo caminho que conheço, anda, quero mostrar-te o sorriso que acompanha a calma, quero descobrir contigo como se ondula o mar, como o céu nos envolve sem tocar, como descobrir o instante em que o céu fica da cor do mar e nasce, pura, a estrela polar.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Cúmplices

Dá-me pela tua mão a força de um apoio, dá-me pelas tuas palavras um conforto e um eco das minhas, dá-me por instantes fugazes roubados ao ímpeto recordações eternas, desenhos de vontades genuínas, de contactos não pensados, dá-me no teu sopro um alento, uma companhia que só eu ouço e que sabes que aprecio, dá-me nestes momentos espalhados no tempo, como pingas de um pincel cheio de tinta-vida que se agitou no ar, uma cor diferente aos meus dias.

Força!

Para a nossa falta de ar basta conseguir um suspiro
Para a nossa tristeza basta conseguir esperança
Para o nosso desalento basta conseguir um sorriso
Nem que no início seja preciso forçar um pouco!

Não pode cair!


Balanço a vida nas minhas mãos como se fosse um globo quente e quebrável que não se consegue segurar.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Momentos felizes










Continuo perplexa com as maravilhas, a alegria criada por momentos relativamente curtos. Como bolas de sabão ou pétalas que se atiram ao ar, brilham ao sol, movimentam-se, fazem-nos sorrir, mas vão acabar por parar ao chão.... e é por isso que devemos aproveitar para sorrir ou não desviar o olhar enquanto voam... Que mania temos de querer parar o tempo, de eternizar!

domingo, 27 de janeiro de 2008

O caminho

Neste momento o caminho estreitou e as silvas ferem-me, mas não tenho medo, apenas dor!

Duetos










Fiquei saudosista do meu sonho de tocar a vida a quatro mãos!

Peso

A tua postura pesa-me como uma pedra, mas com a imagem de uma pluma, que lhe colei para conseguir viver.

Tento viver apesar do teu peso, ignorando-o por saber que sempre estarás por aqui. Não conheço outra realidade mais leve a teu respeito e por isso acho que consigo viver assim, considerando-te como uma pedra só quando, mas tantas vezes, penso no sentido da vida.

Eu não quero

Eu não quero resistir a parar por momentos uma frase para ver os ultimos segundos de um por-do-sol, eu não quero deixar de tocar na agua brilhante que chama por medo de pingar as mangas, eu não quero deixar de me rir dos disparates ou da alegria que sinto às vezes.
Eu não quero andar acorrentada, sufocada por uma imagem a dar aos outros, ser alguém cristalizada, estaticamente séria, inquietadoramente passiva, aparentemente ausente, perfeitamente morta.

Tocaste-me

Tocou-me a tua calma e a tua simplicidade, tocou-me a tua experiência e a tua atitude. Tocou-me o nosso encontro, veio de volta um mundo onde vivi e que já não é meu... Um mundo diferente de mim, que não conheço a não ser de outra vida.

Foto de Cácá

Até à vista

A distância a que te vejo é sempre maior e sinto-me em adeus porque talvez a minha visão fosse metade ilusão. Adeus! Para o essencial que fique este trilho marcado no chão, esta porta aberta, e que nos ligará se precisarmos um do outro.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Nem um sorriso

Como me enganaste com sorrisos falsos, sim falsos,... que ignorava por não querer acreditar... e agora caiu-te a mascara de forma inequivoca e nem sorrisos falsos te consigo dar.

Caminho

Agora que chegaste ao mesmo cruzamento que eu porque nos avistamos e percorremos o caminho que até já era o nosso, só me preocupa que não saibas que as flores e plantas que ladeiam o caminho são miragens onde te podes perder e que as pedras do silêncio são apoios onde nos podes perder.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

E plim...

Uma palavra tua mais doce e o meu coração dispara borboletas por todo o lado. E os sonhos voltam às voltas, rodopiando e atropelam-me de ilusões.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Será que

faz algum sentido prepararmo-nos para as perdas?

Renascer porque é tempo

Já suspeito a Primavera em mim, depois de tempos de neve, de escuridão. Sinto tímido o renascer das sementes, sonhos delirantes em chilreios. Na terra o passado decomposto, no ar promessas em brisas. Anseio pelo sol, preparada, para lhe retribuir com verdes deslumbrantes.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Não vale a pena correr atrás do camuflado...

... pois não encontro a felicidade se fizer o caminho a grandes passos, mas se for devagar conseguirei adivinha-la e reconhecê-la.

sábado, 19 de janeiro de 2008

Poder ser grande

Deixa amar o amor, deixa o amor amar!