Dá-me pela tua mão a força de um apoio, dá-me pelas tuas palavras um conforto e um eco das minhas, dá-me por instantes fugazes roubados ao ímpeto recordações eternas, desenhos de vontades genuínas, de contactos não pensados, dá-me no teu sopro um alento, uma companhia que só eu ouço e que sabes que aprecio, dá-me nestes momentos espalhados no tempo, como pingas de um pincel cheio de tinta-vida que se agitou no ar, uma cor diferente aos meus dias.
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Cúmplices
Dá-me pela tua mão a força de um apoio, dá-me pelas tuas palavras um conforto e um eco das minhas, dá-me por instantes fugazes roubados ao ímpeto recordações eternas, desenhos de vontades genuínas, de contactos não pensados, dá-me no teu sopro um alento, uma companhia que só eu ouço e que sabes que aprecio, dá-me nestes momentos espalhados no tempo, como pingas de um pincel cheio de tinta-vida que se agitou no ar, uma cor diferente aos meus dias.
Não pode cair!
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Momentos felizes

Continuo perplexa com as maravilhas, a alegria criada por momentos relativamente curtos. Como bolas de sabão ou pétalas que se atiram ao ar, brilham ao sol, movimentam-se, fazem-nos sorrir, mas vão acabar por parar ao chão.... e é por isso que devemos aproveitar para sorrir ou não desviar o olhar enquanto voam... Que mania temos de querer parar o tempo, de eternizar!
domingo, 27 de janeiro de 2008
Peso
A tua postura pesa-me como uma pedra, mas com a imagem de uma pluma, que lhe colei para conseguir viver.Tento viver apesar do teu peso, ignorando-o por saber que sempre estarás por aqui. Não conheço outra realidade mais leve a teu respeito e por isso acho que consigo viver assim, considerando-te como uma pedra só quando, mas tantas vezes, penso no sentido da vida.
Eu não quero
Eu não quero resistir a parar por momentos uma frase para ver os ultimos segundos de um por-do-sol, eu não quero deixar de tocar na agua brilhante que chama por medo de pingar as mangas, eu não quero deixar de me rir dos disparates ou da alegria que sinto às vezes.
Eu não quero andar acorrentada, sufocada por uma imagem a dar aos outros, ser alguém cristalizada, estaticamente séria, inquietadoramente passiva, aparentemente ausente, perfeitamente morta.
Eu não quero andar acorrentada, sufocada por uma imagem a dar aos outros, ser alguém cristalizada, estaticamente séria, inquietadoramente passiva, aparentemente ausente, perfeitamente morta.
Tocaste-me
Até à vista
A distância a que te vejo é sempre maior e sinto-me em adeus porque talvez a minha visão fosse metade ilusão. Adeus! Para o essencial que fique este trilho marcado no chão, esta porta aberta, e que nos ligará se precisarmos um do outro.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Nem um sorriso
Como me enganaste com sorrisos falsos, sim falsos,... que ignorava por não querer acreditar... e agora caiu-te a mascara de forma inequivoca e nem sorrisos falsos te consigo dar.
Caminho
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
E plim...
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Renascer porque é tempo
domingo, 20 de janeiro de 2008
Não vale a pena correr atrás do camuflado...
sábado, 19 de janeiro de 2008
Zumbindo
Rotação da terra
Que flores tão frescas, que dávidas tão puras nos podem trazer as pessoas mais longínquas...
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