outros atrozes
uns fugazes
outros eternos
uns apaziguadores
outros ferozes
uns leves
outros esmagadores
uns suaves
outros gritantes 

decidi experimentar escrever, depois de inspirada por muitos de vós, o que me vai na alma sem me preocupar, ... sem censuras..., escrever o que me vai na alma sem pensar...



Como descobriste tu o trinco do meu ser? Como abriste tu a porta dos meus sonhos? Como sabias, melhor que eu, onde me encontrar? Como te deixei eu entrar a passos largos? Como me contive de te impedir de cá ficares, sabendo que talvez não fiques? Como fechei os olhos à razão e espreitando sorri a ver-te chegar! Vais regressar?
Cada vez mais me conheço, cada vez mais me seguro, cada vez mais me sinto consciente e responsável pela forma como ressinto a existência. Cada vez mais aprecio cada pedacinho de tempo. Cada vez mais me sinto calma, cada vez mais agradeço poder acordar e viver mais um dia. E se o preço é não conseguir correr os mesmos metros sem ofegar, não ver tudo sem às vezes fazer um esforço para focar...que seja! Agora sinto-me rica e segura como nunca me senti!