O amor pode ser uma descoberta, mas é sem dúvida uma construção!
domingo, 6 de abril de 2008
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Pede

Pede à chuva que me traga a temperatura do jardim onde suspiras. Pede ao sol que me conte que ao te beijar soube que me anseias e pede ao vento que corra até mim e não perca nas copas das arvores o teu murmurio. Pede às ruas que se encolham, pede à terra que se retraia para nos unirmos num só passo. E pede ao tempo que se apresse.
Pede ao chão que pisas que te diga como estão ausentes os meus passos. Pede à lua que te explique como são mágicos os raios de luz que sinto por ti e pede ao mar que te confirme o olhar com que nele te procuro. Pede às flores que se abram, pede ao mundo que pare quando nos encontrarmos. E pede à sorte que nos ajude.
quinta-feira, 27 de março de 2008
Nós

Com um pincel de marta cheio de tinta faço traços grossos, gotas marcadas no papel. A folha virgem enche-se, finalmente, de cores, de sentidos. Definem-se veredas, caminhos, significados, sentimentos. A tinta és tu, o pincel sou eu, a folha é o registo dos dias, imaculada a cada madrugada.
sábado, 22 de março de 2008
Algures entre mil e zero
domingo, 9 de março de 2008
quinta-feira, 6 de março de 2008
b-a-ba
Assim como uma nova planta que nasce da semente precisa de tempo para crescer e se tornar mais forte, também o amor não deve, ao nascer, ser regado, podado como se de uma planta grande se tratasse... É preciso contermo-nos e deixa-lo vingar rezando para que o clima ajude...deixa-lo ficar suficientemente grande para ser resistente às geadas, a um ano menos bom... e ainda assim florir em cada primavera.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Simplesmente felizes
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Saudade
Murmura ao vento e pede-lhe que me traga a tua voz
Beija as gotas de chuva e pede-lhes para me tocarem
...Sinto a tua falta!
Beija as gotas de chuva e pede-lhes para me tocarem
...Sinto a tua falta!
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Tão longe e ainda assim aqui
Onde estás
não são precisos olhos para olhar,
não é preciso luz para saber,
não precisas de ver para saberes um sorriso,
não precisas de adivinhar um pensamento.
Onde estás
a alegria e a dor são transparentes,
a pressa não existe, o finito não se conhece,
sabes que o tempo é só um traço,
e a calma desmedida que sentes é toda tua!
E esta certeza é o que me dá força para viver a tua ausência deste mundo terreno que conheço.
não são precisos olhos para olhar,
não é preciso luz para saber,
não precisas de ver para saberes um sorriso,
não precisas de adivinhar um pensamento.
Onde estás
a alegria e a dor são transparentes,
a pressa não existe, o finito não se conhece,
sabes que o tempo é só um traço,
e a calma desmedida que sentes é toda tua!
E esta certeza é o que me dá força para viver a tua ausência deste mundo terreno que conheço.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Como?

Como descobriste tu o trinco do meu ser? Como abriste tu a porta dos meus sonhos? Como sabias, melhor que eu, onde me encontrar? Como te deixei eu entrar a passos largos? Como me contive de te impedir de cá ficares, sabendo que talvez não fiques? Como fechei os olhos à razão e espreitando sorri a ver-te chegar! Vais regressar?
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Problemas insolúveis na teoria
Para te encontrar talvez tenha de me perder e se me perder nunca te encontrarei!
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Adoro envelhecer
Cada vez mais me conheço, cada vez mais me seguro, cada vez mais me sinto consciente e responsável pela forma como ressinto a existência. Cada vez mais aprecio cada pedacinho de tempo. Cada vez mais me sinto calma, cada vez mais agradeço poder acordar e viver mais um dia. E se o preço é não conseguir correr os mesmos metros sem ofegar, não ver tudo sem às vezes fazer um esforço para focar...que seja! Agora sinto-me rica e segura como nunca me senti!
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Chacun la sienne
Anda
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