E em cada suspiro de vento eu arranjarei alento, em cada raio de sol eu apagarei o medo, em cada noite eu saberei reganhar forças, em cada solo eu conseguirei um descanso, em cada pausa eu reformularei as minhas acções, em cada queda eu serei mais forte, em cada perda eu serei mais sábia para conseguir levar a cabo esta tarefa árdua, difícil, mas atingível de mover a montanha de pedra do meu horizonte!
terça-feira, 24 de junho de 2008
Verdade Terceira
E em cada suspiro de vento eu arranjarei alento, em cada raio de sol eu apagarei o medo, em cada noite eu saberei reganhar forças, em cada solo eu conseguirei um descanso, em cada pausa eu reformularei as minhas acções, em cada queda eu serei mais forte, em cada perda eu serei mais sábia para conseguir levar a cabo esta tarefa árdua, difícil, mas atingível de mover a montanha de pedra do meu horizonte!
Verdade Segunda
Verdade Primeira
terça-feira, 17 de junho de 2008
Um ponto ... no caminho
Num gesTO escapaDo, numa rEndIção da consciêNcia, num passo, num acrediTar... , mas pElo Resto da vida, esquecidos das impossibilidades, instantes de lembRanças das Ousadas paraGens do tempo em que sentimos que tudo foi, numa frAcÇÃo de segundos, pOssível!
quinta-feira, 12 de junho de 2008
só saudades
Tenho saudades de quem nunca foi meu,
Tenho saudades desse sorriso só teu.
Tenho saudades da calma que me dás,
Tenho saudades mesmo se cá estás.
Tenho saudades desse braço e abraço,
Tenho saudades de conversar sem compasso.
Tenho saudades de te descobrir, de viver,
Tenho saudades de te fazer rir, de amanhecer.
Tenho saudades desse sorriso só teu.
Tenho saudades da calma que me dás,
Tenho saudades mesmo se cá estás.
Tenho saudades desse braço e abraço,
Tenho saudades de conversar sem compasso.
Tenho saudades de te descobrir, de viver,
Tenho saudades de te fazer rir, de amanhecer.
domingo, 8 de junho de 2008
domingo, 25 de maio de 2008
Falta e não falta

Ao som de músicas celtas que entoam a força da terra, desces calmamente pela encosta rasgando os últimos raios de sol. A tua vida pacata dá-te tempo de a desceres aparentemente pensando apenas nas rotinas de fim de dia…, mas por trás dessa calma o que fazes é esperar por alguém que te salve desses belos dias todos iguais. Alguém que te faça esquecer coisas que agora não esqueces, que te faça fazer gestos extraordinários que agora não se justificam, alguém que te ajude a abdicar da rotina, alguém que te acompanhe quando descer da colina já não for fácil. Alguém que te aprecie a descer a encosta e que pense no que sentes!
sábado, 24 de maio de 2008
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Silêncios
sábado, 10 de maio de 2008
quarta-feira, 7 de maio de 2008
domingo, 6 de abril de 2008
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Pede

Pede à chuva que me traga a temperatura do jardim onde suspiras. Pede ao sol que me conte que ao te beijar soube que me anseias e pede ao vento que corra até mim e não perca nas copas das arvores o teu murmurio. Pede às ruas que se encolham, pede à terra que se retraia para nos unirmos num só passo. E pede ao tempo que se apresse.
Pede ao chão que pisas que te diga como estão ausentes os meus passos. Pede à lua que te explique como são mágicos os raios de luz que sinto por ti e pede ao mar que te confirme o olhar com que nele te procuro. Pede às flores que se abram, pede ao mundo que pare quando nos encontrarmos. E pede à sorte que nos ajude.
quinta-feira, 27 de março de 2008
Nós

Com um pincel de marta cheio de tinta faço traços grossos, gotas marcadas no papel. A folha virgem enche-se, finalmente, de cores, de sentidos. Definem-se veredas, caminhos, significados, sentimentos. A tinta és tu, o pincel sou eu, a folha é o registo dos dias, imaculada a cada madrugada.
sábado, 22 de março de 2008
Algures entre mil e zero
domingo, 9 de março de 2008
quinta-feira, 6 de março de 2008
b-a-ba
Assim como uma nova planta que nasce da semente precisa de tempo para crescer e se tornar mais forte, também o amor não deve, ao nascer, ser regado, podado como se de uma planta grande se tratasse... É preciso contermo-nos e deixa-lo vingar rezando para que o clima ajude...deixa-lo ficar suficientemente grande para ser resistente às geadas, a um ano menos bom... e ainda assim florir em cada primavera.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Simplesmente felizes
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