Beija-me a face, lá onde as lágrimas secaram
Beija-me a face, lá onde o sorriso existe
Beija-me a face como se me segredasses
Que a vida não é só céu e estrelas, nem luar, nem marés
Beija-me a face, lá onde os pensamentos nascem
Beija-me a face, lá onde sei o perfume do ar
Beija-me a face como se fosse a terra
Onde tudo nasce e para onde voltarás
Beija-me, lá onde o coração mora
Beija-me, lá onde as frases começam
Beija-me como se me dissesses
Que sabes, que sentes e me aprecias
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
O medo
Metes as mãos nos bolsos e assobias. Nas tuas mãos está o teu mundo e na tua boca as palavras que não te dizes. E no teu mundo, para onde voltas, as paredes estão podres, mas caiadas. O chão cede sob o tapete bonito, a cadeira de braços tem a perna rachada...
O rio e o tempo

Nas correntes profundas e escuras do rio navegam histórias contadas, foge o tempo a quem não faz. Vão memórias de àrvores, plumas de pássaros, as palavras de um olhar. Vai o sentimento inundado e o que não se quer afogar. Nas correntes claras da superficie vai em silêncio a vida, sem parar. Vão os brilhos das margens e da lua que, de noite, sempre a tenta decifrar. Ao tentar travar o tempo apercebe-se que, mesmo aparentemente em pausa, ele não pode parar.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Shhh

terça-feira, 6 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
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